Hoje comemoramos o dia do músico! Gostaria de parabenizar a todos os músicos profissionais ou amadores. A música, seja ela qual for, fale de amor ou desilusão, alegria ou tristeza, dor ou prazer, é sempre a expressão da alma humana e todos esses sentimentos podem ser experimentados ou reinventados por que você, músico, os torna reais através do seu dom, do seu estudo, do seu amor e da sua dedicação pela música.
Para comemorarmos em grande estilo, gostaria de convidar a todos para o lançamento do CD Querer sem fim do cantor e compositor Alysson Takaki. O lançamento será no dia 27 de novembro de 2011, na livraria Cultura do Casa Park, às 17 horas. A entrada é franca! É uma incrível oportunidade para conhecer o novo trabalho desse cantor que é singular!
Para aqueles que não conhecem os trabalhos do Alysson Takaki, recomendo assistir os vídeos a seguir e se emocionar com essa linda voz.
Fala galera! Aqui no blog Pensar e Fazer Música, você pode
acompanhar as trajetórias de bandas, novidades do mundo da música, entrevistas
com músicos, vídeos e muito mais.Além
disso, nós queremos trazer pra você o melhor da música no cenário de Brasília.
Então postaremos entrevistas com vários músicos da cidade, que provavelmente
você já curtiu, mas se ainda não, não perca essa oportunidade!
A entrevista de hoje é com um grande amigo: Saulo Sena,
vocalista da Brazilians Band e da Banda Conexão Capital. O Saulo é um cara que
transmite um grande astral em seus shows, tem um timbre de voz único que
garante a versatilidade para vários estilos de música. Um cara que adora música
e canta na noite de Brasília divertindo as pessoas em festas e formaturas.
O Saulo reúne todas as características de um cantor completo,
por isso é super requisitado quando o assunto é banda de baile.Durante sua trajetória fez vários amigos,
tocou com músicos muito bons como Milton Guedes, o Baterista Célio, guitarrista
Bruno e o baixista Ricardo (Negão). Tive o prazer de tocar com o Saulo no começo
de sua carreira como músico.
Bom, mas vamos lá, começando nossa entrevista para saber um
pouco mais sobre esse cara divertido e grande vocalista.
PEFM: Saulo, conta um pouco da sua história com a música.
Saulo Sena: Primeiro, valeu pela introdução.
Agora só falta assinar meu contrato com EMI. J
Cara, em 94 participei de um concurso chamado “Calourada” que acontecia no
Colégio Setor Leste. Fiz a música “More Than Words” da banda Extreme e acabei
ganhando o concurso. A partir daí vi que aquilo podia dar Rock e, no ano seguinte,
convidei alguns amigos de turma para fazer um som. Estava formada a Banda
Conexão Capital. Nesta época o Rock and Roll vivia, na minha opinião, o último
suspiro de criatividade com o Nirvana, Pearl Jam, Soundgarden, Alice in Chains
.... e os anos 80 ainda estavam no Walkman da rapaziada. Acho que a tendência
da Banda veio desta inspiração. Durante este tempo, inclusive contigo em uma
das formações, fizemos alguns trabalhos autorais, mas nunca nos levamos, e nem
nos levaram, a sério.
Logo após estive nos vocais de
outros conjuntos e daí veio a experiência em diferentes estilos. Na Brother
& Cia, uma banda de percussão, fiz interpretações de Timbalada, Olodum e
outros artistas da Bahia. Na Brazilians Band, que estou ainda hoje, faço um
trabalho de crooner em variados ritmos para formaturas e casamentos. Tem ainda
a Banda BsBeat que trabalho há dois anos fazendo a quinta do Poizé na 305 Norte
com o tema “De volta aos bons tempos”.
PEFM: Hoje quais os trabalhos musicais em que você está envolvido?
Saulo Sena: Então, o Conexão vive até hoje
fazendo um dia no mês, geralmente uma terça ou segunda, no Mormaii Surf Bar do
pontão do Lago Sul. Como disse também tem o BsBeat e o Brazilians Band que
continuo atuando.
PEFM: Como dito na introdução, você é um cara muito versátil e
canta vários estilos. Dentre esses vários estilos qual aquele que mais te
atrai?
Saulo Sena: Rock and Roll sem dúvida. Em todas as
suas variações.
PEFM: Quem te vê cantando logo percebe que você é muito talentoso.
Com esse talento todo, você tem projetos para alçar o cenário nacional?
Saulo Sena: Pra ser sincero, não. Gosto do
que faço pois não me envolvo a ponto de torná-lo minha única fonte de renda. Se
assim fosse, outros caminhos seriam traçados em minha vida. E estou muito
satisfeito com o que escolhi.
PEFM: Você tem projetos autorais?
Saulo Sena: Eu tenho algumas composições
esperando a rapaziada certa para abraçar a idéia.
PEFM: E quem você tem
ouvido ultimamente, tem alguma banda referência?
Saulo Sena: Como havia falado, não vejo nada
novo em Rock and Roll sendo produzido ultimamente. Sempre é mais do mesmo. Mas
acho legal os últimos trabalhos do Maroon Five, Foo Fighters, Them Crooked
Vultures e alguns outros. Gosto bastante também de vertentes da Soul
Music...Jamiroquai, Ben L`Ouncle Soul, Incognito, Brand New Heavies...
Banda de referência só posso
cravar em uma, e uma só. The Beatles. Com certeza é sua referência e de 99,9%
de todos os músicos.
PEFM: Eu já assisti seus shows várias vezes e sempre noto que você
se transforma, isto é, fica muito animado, tem uma performance fantástica que
contagia muito o público que te ouve.O
que te motiva na hora de subir ao palco?
Saulo Sena: Cerveja. Kkkkkkkkkkk.
Brincadeira. Cara, esta é a hora da minha terapia. Onde os problemas do dia a
dia estão sendo resolvidos até a última música do repertório. Quando termina
estou mais forte pra encarar todas as missões.
PEFM: Você se dedica integralmente à música ou tem outra atividade
paralela?
Saulo Sena: Tenho uma agência chamada HMP
Comunicação. Sou diretor de arte e sócio da empresa.
PEFM: Como sua família (esposa e filho) encaram a sua dedicação à
música, fora do expediente de trabalho?
Saulo Sena: Minha esposa me apóia 100%.
Estamos juntos à mais de 10 anos e durante todo este tempo entendemos que algo
que nos faz feliz deve ser preservado. Meu filhão é portador de necessidade
especial e quero, assim que ele estiver mais independente, que ele se envolva
com a música junto ao seu pai.
PEFM: Pra finalizar gostaria que você deixasse algumas dicas para
aqueles que querem seguir os mesmos passos que você!
Saulo Sena: Pra quem, como eu, quer curtir a
música como um hobbie e acredita ter talento pra isto deve primeiro garantir o
ganha pão. O que vier é lucro!
Pessoal, esta foi a entrevista com Saulo Sena. Quem quiser
escutar o som que o Saulo faz, basta acessar os links abaixo e se preparar para
escutar música de qualidade!
Galera que acompanha o Blog
Pensar e Fazer Música, é com muito prazer que damos início a este projeto de
divulgação dos músicos e bandas de Brasília e postamos a primeira entrevista com um grande músico do cenário musical da
cidade: o baterista Amaro Vaz.
Sua formação musical começou
ainda na infância, incentivado pelo pai, o pianista José Cabrera. Amaro se
formou pelo Instituto de Bateria Bateras Beat, onde foi aluno dos professores
Mauricio Barbosa e Dino Verdade.
O talento de Amaro Vaz não ficou
somente em Brasília. Logo o baterista foi para São Paulo, onde firmou-se no rol
dos grandes bateristas. Tocou com excelentes músicos, como Claudio Zoli, Negra
Li, Paula Lima, Vanessa Jackson, Léo Maia e Bruno Dourado. Gravou vários
discos, participou de produções de renome, da gravação do DVD do pianista José
Cabrera e mais recentemente do DVD Música Negra Brasilieira.
Amaro é um músico notável,
tocando jazz, samba, rock, soul e vários outros estilos musicais. Participou da
homenagem aos 50 anos da bossa nova, no Feitiço Mineiro. Gravou o programa Som
Brasil da Rede Globo em homenagem a Ataulfo Alves com a banda Ataque Beliz. O crescente
sucesso de Amaro em sua trajetória o consagrou endorser da Power Click e das Baquetas
Alba.
Em Brasília, Amaro continua seus
trabalhos como professor de bateria e como músico profissional. Toca na banda
Mr. Quai, cover da banda Jamiroquai (da qual, aliás, sou um grande fã), com a
cantora Thais Uessugui, com o cantor Rogério Midlej, José Cabrera Trio, Ataque
Beliz, Cipriano e na banda Magoo, que agita as noites de Brasília.
Hoje, além de ótimo músico Amaro
é marido, pai e estudante de publicidade e propaganda. São várias funções,
vários estilos de vida que se concentram em um cara muito gente boa e
divertido. Se fossemos falar sobre todos os trabalhos realizados por esse
batera, iríamos gastar várias horas. Então vamos à entrevista:
PEFM: Amaro, sabemos que você passou uma temporada em São Paulo,
cidade considerada a capital cultural e musical do país. Há realmente esse
abismo no incentivo à música quando comparamos São Paulo à Brasília?
Amaro Vaz: A
verdade é que São Paulo é uma cidade enorme e, como toda cidade enorme, tem uma
quantidade enorme de bons profissionais e não poderia ser diferente na música.
São excelentes músicos, bem preparados para qualquer tipo de trabalho e isso
faz com que a competitividade seja maior que em Brasília. Já Brasília por ser
menor, faz com quem esteja bem preparado se estabeleça no mercado. Sinto que os
músicos aqui são mais parceiros. Quando cheguei a São Paulo achei que estava
bem preparado, mas não foi bem assim. Fiquei mais ou menos um ano estudando
muito e me preparando, dando canjas na cidade para poder mostrar um pouco do
meu trabalho. Ouvi muita crítica construtiva e conselhos de grandes músicos que
me ajudaram a ser hoje o músico que sou.
PEFM: Dentre os vários projetos dos quais participou e os vários
artistas com quem você tocou, o que foi mais relevante no seu aprimoramento
como baterista?
Amaro Vaz: Eu
defendo a seguinte tese: Todos os músicos com os quais eu tive oportunidade de
tocar me ensinaram alguma coisa e contribuíram para meu crescimento
profissional. Posso começar pelo meu pai José Cabrera (pianista) que sempre me
mostrava músicas e artistas diferentes, me deu aulas de piano e, como tinha o
Cabrera em casa, sempre assistia aos ensaios dele em casa e com isso fui
aprendendo com os grandes da cidade. Leander Motta, Erivelton Silva, Nelsinho,
Hamilton Pinheiro, Romulo Duarte, Anderson Santos, André Vasconcelos e isso sem
contar a oportunidade de crescer dentro de estúdios de gravaçãoo aprendendo
muito e sempre.
PEFM: De volta a Brasília, você encontrou dificuldades para
continuar seu trabalho como músico? Quais?
Amaro Vaz: Na verdade não. Em Brasília estou cercado de
grandes amigos que são também excelentes músicos e com isso voltei ao mercado
quase que imediatamente. A única coisa que dificultou um pouco foi que tive que
esperar novas oportunidades de trabalho pois alguns trabalhos que eu tinha aqui
quando saí já tinham bateristas competentes que haviam assumido o meu lugar.
PEFM: Amaro, voltando um pouco ao passado, como você dividia o
tempo para os estudos no colégio e o estudo na batera? Quais os conselhos você
dá para a galerinha que está começando a tocar e tem que manter as boas notas
na escola?
Amaro Vaz: Então,
essa parte é um probleminha. Eu comecei a estudar muito cedo e tinha que dar um
jeito de dividir o tempo entre escola e música. O problema é que eu nunca
dividi 50-50, na verdade eu dividia 70-30 (70 música e 30 escola). Reprovei
algumas vezes por conta dessa divisão errada de tempo.
O
Conselho que eu posso dar pra galera que está começando agora e que ainda está
na escola é o seguinte: Dá tempo de fazer as duas coisas e conciliar o tempo
igualmente de forma a não deixar de atender nenhum dos dois lados. ESTUDEM
MÚSICA, MAS ESTUDEM PRA ESCOLA. CONHECIMENTO NUNCA É DEMAIS!
PEFM: Como professor de música, você se preocupa com o ensino mais
formal, como ler partituras, intervalos e solfejo? Aprender bateria dispensa o
estudo de teoria musical?
Amaro Vaz: Sempre que
trabalho como professor, antes de mais nada, pergunto qual o objetivo do aluno
e o que ele espera do estudo. Se ele quer ser músico e viver disso aí eu levo
mais a sério, cobro mais e me aprofundo mais na matéria, mas se o caso for
diferente como alguém que busca só descontração ou estuda pela curiosidade de
saber como é tocar um instrumento eu cobro menos, mas nunca de forma que o faça
um mau baterista!
PEFM: Meu caro, com tantos feitos como baterista profissional,
ainda há muitos sonhos para realizar?
Poderia citar um exemplo?
Amaro Vaz: Milhões
de planos e sonhos. Tocar em um evento com um artista internacional, conhecer o
baterista Quest Love do TheRoots. São tantos que se eu resolver citar todos a
entrevista acaba agora (rs)
PEFM: No mês de setembro você gravou o DVD Música Negra Brasileira
do Cipriano. Como foi gravar esse DVD? Dá muito trabalho?
Amaro Vaz: O
DVD Música Negra Brasileira foi uma outra escola. Primeiro passamos por um mês
corrido de pré produção, arranjo e concepção das músicas. Eram dois ensaios de
3 horas por semana onde não havia muito tempo para brincadeiras pois tínhamos
que montar 12 músicas e pensar nas participações especiais que chegariam apenas
nos dias de gravação do DVD (Izzy Gordon, Marcelo Mira, Walmir Borges, Robinho
e Moisés Alves Paraibach).
Nos dias
da gravação do DVD (foram 3 ao todo – um de montagem e passagem de som e 2 de
gravação) a gente se concentrou em deixar o som bem acertado, afinal éramos 2
Guitarras, Teclado, Cavaco, Bateira, Percussão, 3 Backing Vocals, e um MC
convidado além do Cipriano. 6 Câmeras e um total de 50 pessoas no set de
gravação. Se deu trabalho? DEU. Foi prazeroso? MUITO. E isso sem contar que
tocar ao lado de Paulo Góes (guitarra) Jadão (Baixo) Ted (Teclado) é fantástico
pois são excelentes músicos que trabalham para a música e isso fez toda a
diferença no desenrolar do trabalho.
PEFM: Com relação a equipamentos, qual batera você usa nos shows e
gravações?
Amaro Vaz: Desde
1998 estou usando a mesma bateria para shows e gravações: Uma Yamaha Recording
Custom 9000 que é a top de linha da Yamaha há mais de 30 anos.
Este ano,
com o fim do contrato com a Orion Cymbals, passei a usar pratos Sabian. O kit é
composto por: Legacy Crash 18” Vault Fierce Crash 16” Dry Ride 21”Maxi Splash
9”e um Hi-Hat Artisan 14”
Atualmente
sou patrocinado pelas Baquetas Alba e Power Click In Ear Monitor.
PEFM: Acompanho seu blog (http://raroblogdoamaro.blogspot.com/)
e lá você tem espaço para escrever sobre suas aspirações, angústias e medos. O
último post revelou algo desmotivador: o fato de não conseguir viver de música
em Brasília! Como você está encarando isso?
Amaro Vaz: Na
verdade foi um desabafo. Não que seja impossível viver de música em Brasília,
mas é mais complicado do que viver de música em São Paulo, por exemplo, e hoje
como tenho meu pequeno João Vicente, as necessidades da casa mudaram um pouco e
eu preciso de um pouco mais de receita. Continuo sendo mais baterista do que
qualquer outra coisa, mas se fez necessário um adicional.
PEFM: Você vem de uma família de grande tradição musical. Agora que
você também é pai, vai incentivar seu filho a seguir o rumo da música?
Amaro Vaz: Acredito
que todo pai deva influenciar o filho positivamente independente da profissão
que o pai tenha e menos ainda da profissão que o filho escolha ter. Acho que
mais que incentivadores nós pais precisamos ser apoiadores e formadores de
caráter. Um ser humano do bem certamente será bem sucedido no que escolher
fazer da vida.
É isso aí pessoal, essa foi a
entrevista com um grande músico de Brasília. Para conhecer mais um pouco sobre
a carreira do nosso amigo Amaro Vaz, você pode acessar os links abaixo com
vários vídeos e músicas. Não se esqueça de deixar o seu comentário e siga nosso
blog para ficar por dentro do que acontece em Brasília e no mundo da música. A entrevista da próxima semana será com o Cantor Saulo Sena. Aguardem e acompanhem. Obrigado
a todos!
Olá pessoal,
O blog estava abandonado há algum tempo, mas agora estou voltando com muita empolgação e vontade de fazer desse blog um ponto de referência para quem faz e gosta de música. O intuito é divulgar músicos e bandas de Brasília para que possamos conhecer um pouco mais desse imenso oceano de talentos que existe na capital federal.
Várias idéias surgiram para proporcionar a você uma leitura agradável trazendo muita informação e conhecimento sobre o mundo da música e materiais de estudo.
Sua participação é de fundamental importância para que as pesquisas que faço sejam direcionadas às suas necessidades. Então fique a vontade para comentar, fazer sugestões e seguir esse blog que é feito pra você.
Fazendo uma pequena retrospectiva, eu me chamo Gabriel Baudson, sou professor de Física de profissão e músico por paixão. Sou estudante de contrabaixo e hoje toco na Banda Metropollys. Sempre troquei muitas idéias sobre música com meus amigos e ultimamente tenho tido conversas bem interessantes sobre o ensino da música com meu professor e amigo Cid Moraes. Em uma dessas conversas surgiu a idéia de montar um blog voltado para a divulgação de materiais de estudo de música. Pesquisei durante um bom tempo em outros blogs como o www.nukebass.blogspot.com e descobri que para fazer um blog com essas características precisaria dedicar um bom tempo à pesquisa. E o tempo tem sido escasso. Por isso o blog ficou inativo durante um bom período.
Nas útimas semanas conversei com vários amigos músicos, professores de música e bandas de brasília, e um ponto notável dentre os vários discusos é a falta de meios de comunicação e de divulgação das bandas. As dificuldades encontradas por mim e meus companheiros de banda em conseguir locais para tocar, conseguir visibilidade no cenário brasiliense, talvez pela enorme quantidade e qualidade dos músicos da cidade ou pela baixa valorização desses me fez pensar em estratégias de divulgação dessa galera.
Durante algumas semanas me dediquei a entrevistar alguns amigos músicos e preparei um material fantástico de divulgação. Nessa semana irei divulgar a primeira entrevista com o baterista Amaro Vaz, grande amigo e um músico que dispensa apresentações.
Você está convidado a participar dessa viagem pelo mundo da música, conhecer que faz dessa cidade um lugar melhor para fazer tudo aquilo que a boa música pode proporcionar.
Olá pessoal, tem um bom tempo que não coloco mais nada no blog e confesso que fiquei um pouco desanimado. Mas atendendo a pedidos de alguns amigos, resolvi voltar a ativa e voltar a postar materiais, músicas e dicas sobre contrabaixo e sobre música. Então deixo o convite: PArticipe do blog, deixe suas postagens, opiniões e sugestões. Tenho gama imensa de material para baixistas, bateristas, guitarristas e estudiosos da música teórica. Se você tiver interesse é só pedir que eu posto no blog para ficar à dispos~ição de todos. Grande abraço. Let's play rock!!!
Olá galera, na ânsia de montar meu home stúdio, começei a trabalhar com o programa NUENDO 3.0. Senti uma dificuldade enorme em trabalhar com ele e saí a procura de um bom tutorial que me ensinasse algumas coisas. No blog do Cifra club encontrei umas video aulas em inglês que me ajudaram muito. Então decidi por a disposição de vocês os links. São vários vídeo que dão uma noção muito boa de como trabalhar com o programa e fazer suas gravações, mixagens e afins.... Então segue os links. Abraço a todos.